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O Infantário Popular de Sintra teve o seu surgimento no final do dia 11 de março de 1975,
quando um grupo de moradores, politicamente ativos e intervenientes, decidiram criar um infantário, numa moradia há muito abandonada.

Essa atitude estava consentânea com o que se estava a passar no país nesse período histórico e procurava responder a uma necessidade muito sentida pela população: falta de espaços para as crianças.

Este apoio social à população recebeu imediatamente o nome de INFANTÁRIO POPULAR, começando com 10 crianças e com muito boa vontade de alguns voluntários, tentando fazer face à necessidade da existência de um espaço onde os pais pudessem deixar seus filhos quando iam trabalhar.

A referida moradia, com o nome de Vila Santa Anna, denominada pelos sintrenses mais antigos pela Vila das Morais, abandonada à data, situa-se no Largo Afonso de Albuquerque, também conhecido por Largo da Estefânia, em Sintra.

Para dar um carácter mais formal à existência do Infantário e poder obter apoio institucional, em 31 de Agosto de 1981 foi formalizada a Escritura de Constituição do “Infantário Popular de Sintra “, tendo em 18 de outubro de 1997 sido inaugurado o atual edifício, em terreno cedido pela CMS.
Passado meio século de existência desta Instituição de Solidariedade Social, é grato ver a pujança e a vitalidade do Infantário Popular, primeira instituição surgida em Sintra, de apoio social às crianças, o que foi reconhecido pela senhora Vereadora Andreia Bernardo na comemoração do seu 50o aniversário, quando informou a intenção da CMS iniciar as ações com vista à atribuição da medalha de ouro de mérito municipal.

Assim, vem a CDU propor que a Assembleia da União das Freguesias de Sintra e o Executivo da União das Freguesias de Sintra manifestem o seu apoio e diligenciem junto da Câmara Municipal de Sintra para a justa atribuição da distinção honorifica Medalha de Ouro na categoria de Educação e Ensino ao Infantário Popular de Sintra.

Luísa Lourenço, CDU
Sintra, 22 de Dezembro de 2025.

(Aprovada por maioria, com a abstenção dos vogais do CHEGA).